Roberto Carlos, é o artista brasileiro que mais vendeu discos no mundo, e na América Latina supera as vendagens dos Beatles. Em seus 50 anos de carreira vendeu mais de 120 milhões de álbuns. Não é à toa que ele é chamado de Rei.
Roberto Carlos Braga, nascido em 19 de abril de 1941, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, o cantor e compositor, é um ícone da música brasileira.
Em 1957, formou com Arlênio, Tim Maia e Wellington o conjunto musical, The Sputniks. Na época da formação da banda, Roberto conheceu Erasmo Carlos, que se tornaria seu maior parceiro em suas composições. Mais tarde, quando Tim Maia saiu dos Sputiniks e o grupo foi desfeito.
No mesmo ano Roberto Carlos inicia sua carreira solo como "crooner" da boate do Hotel Plaza, em Copacabana, cantando samba-canção e bossa nova.
Em 1962, Roberto Carlos insistiu em investir na música jovem da época, o rock, e lançou "Splish Splash". No ano seguinte, o cantor novamente esteve nas paradas de sucesso com o LP É Proibido Fumar, em que, além da faixa-título, destacou-se a canção "O Calhambeque". Assim nascia a Jovem Guarda.
Conhecido nacionalmente, Roberto Carlos começou a apresentar o programa Jovem Guarda em 1965, da TV Record, ao lado de Erasmo Carlos e Wanderléa. O programa popularizou ainda mais o movimento e consagrou o cantor, que se tornou um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira.
Em sua longa carreira, Roberto Carlos, já gravou mais 50 discos, além de vários compactos. Para maiores informações, vejam a discografia completa no site oficial do cantor.
Roberto Carlos também fez muito sucesso nos cinemas, em filmes como: Roberto Carlos em ritmo de aventura, em 1968; Roberto Carlos e o diamante cor-de-rosa, em 1969; Roberto Carlos a 300 KM/Hora, em 1971.
Além de fazer participações em vários outros filmes como: Aguenta o Rojão - Ano: 1958; Alegria de Viver - Ano: 1958; Minha Sogra é da Polícia - Ano: 1958.
Em 2006 foi lançada uma polêmica biografia do cantor, chamada "Roberto Carlos em Detalhes", escrita pelo jornalista Paulo César de Araújo, mas Roberto Carlos, entrou com um processo para impedir a publicação da obra por acreditar que o conteúdo do livro não respeitava sua privacidade.
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